Orientação a Objetos – Parte 5
Após um longo período escrevendo sobre diversas tecnologias, principalmente voltadas para a plataforma .NET, deixei a série Orientação a Objetos um pouco de lado. Mas atendendo a alguns pedidos, principalmente de alunos, com este artigo, volto a cobrir o tema e, nos artigos seguintes, pretendo esgotar o mesmo. Para a completa compreensão do assunto abordado neste artigo, é indispensável a leitura prévia dos primeiros artigos da série, “Orientação a Objetos – Partes 1, 2, 3 e 4″, ou possuir os conceitos apresentados nos mesmos. Uma das principais vantagens da...
Mais...Generics – Dinamismo no C# – Parte 2
No primeiro artigo desta série de dois sobre generics, apresentamos a idéia fundamental (com exemplos inclusive) deste poderoso recurso da linguagem C#. Se você ainda não leu o primeiro artigo “Generics – Dinamismo no C# – Parte 1“, e não possui conhecimentos esquivalentes, recomendo fortemente a leitura do mesmo antes de prosseguir com a leitura deste. Neste segundo artigo iremos implementar uma situação do mundo real e assim, fechar este conceito de generics. O que iremos fazer é consumir a tabela de categorias do banco Northwind através de uma lista e...
Mais...Implementando Encapsulamento com Propriedades no C#
Uma das principais características das linguagens orientadas a objetos é prover mecanismos para a implementação de códigos seguros, ou seja, é garantir que as variáveis (campos) de uma classe recebam exatamente os valores que se espera que elas recebam. No C#, podemos implementar o encapsulamento de duas formas: através de métodos que acessam e atualizam os valores dos campos e através de propriedades (que é a forma recomendada). Neste artigo veremos as duas abordagens. Implementando o encapsulamento através de Métodos A primeira forma que veremos neste artigo para se realizar a...
Mais...Entendendo Interfaces com C#
Uma das dúvidas que mais assolam os desenvolvedores que estão migrando para ambientes Orientados a Objetos é, com certeza, o trabalho correto e efetivo com Interfaces. Esta dúvida é frequentemente encontrada por uma razão em especial: o trabalho com interfaces requer um alto nível de abstração. Por inércia, desenvolvedores que não conseguem entender corretamente o funcionamento dessas estruturas acabam privando-se de sua utilização e, por consequência, desprezando um dos mais poderosos recursos da orientação a objetos. Este artigo tem como objetivo principal tentar ajudar...
Mais...Tipos de Dados no .NET – Value Types
Com este artigo, inicio uma série que pretende cobrir os principais aspectos da .NET Framework 3.5. Evidentemente que já está disponível aos desenvolvedores a versão 4.0 da Framework, entretato, algumas características não foram alteradas e, dominando estes conceitos na plataforma 3.5, o desenvolvedor estará apto a trabalhar com os mesmos na nova plartaforma. Um dos principais objetivos desta série de artigos é auxilixar profissionais de desenvolvimento que estão migrando para a plataforma .NET e/ou estão estudando para as provas de Certificação da Microsoft. Estes primeiros...
Mais...Orientação a Objetos – Parte 4
Após visualizarmos os conceitos de objetos, abstração, métodos e atributos nos artigos nas partes 1, 2 e 3 da série “Orientação à Objetos”, é chegado o momento de entendermos o conceito de classes. Classes podem ser entendidas como “grupos que agrupam elementos de acordo com determinadas características”. Assim, se determinados elementos podem ser agrupados de acordo com os valores de suas características, e essas características são comuns a diversos elementos, eles podem ser agrupados em classes. Como já foi abordado em artigos anteriores, a...
Mais...



Comentários